1 ano do Massacre: Quando o Giz virou SANGUE

A educação sangrou.

Entre as memórias, estão os gritos e o som de balas de borracha e bombas de lacrimogênio. O céu nublado e a correria. Um helicóptero e o contingente da PM, sinalizando o recado de que aquele dia não haveria diálogo. Não houve diálogo.

 Houve choro. Houve dor. Desespero. Decepção.                                              Os olhares dos feridos se encontraram. O único sinal de humanidade daquela tarde.

Lutar é persistir, conquistar.
 

Naquele dia era dor. Hoje é resistência.

Para que o Paraná lembre, ano após ano, que temos heróis.